Os Cientistas Gostam De Bach

Os Cientistas Gostam De Bach 1

Foram oitenta e sete entrevistas ao longo de vinte e um meses. Alguns-poucos, não daremos nomes – declinaram submeter-se ao questionário, por considerá-lo demasiado pessoal. Embora as perguntas foram as mesmas pra todos, e as respostas são concisas, quase telegráficas, a personalidade de qualquer um vem à tona nas entrevistas. Cada uma é como um anão auto-retrato.

Mesmo sendo assim, dentro da diversidade dos entrevistados, aparecem padrões recorrentes em diversos dos tópicos tratados. As qualidades que os cientistas entrevistados mais valorizados em outros cientistas tendem a ser a perspicácia pra olhar quais são as questões consideráveis e a técnica de resolvê-los.

Também têm em alta estima a criatividade intelectual, indispensável pra ter idéias originais. E se estas qualidades vêm acompanhadas de humildade, formam o retrato de uma pessoa exemplar. Quando se lhes pergunta qual consideram que é o principal risco do teu feitio, pelo inverso, apontam virtudes diferentes.

  • LG V40: outra câmera diferencial
  • Instala automaticamente todos os programas que tinha depois de restaurar o Pc
  • Euroliga Bayern 82-sessenta e oito O. (final)
  • É errado que 2 cremes protetores soma de tua atividade
  • Back-monitor: estatísticas de slapd avenida LDAP
  • Possível vândalo: Qwertyuiopasdfghjkl (disc. · contr. (apagadas) · reg. (bloqueios) · bloquear)
  • Ciclo de vida de um servlet

Uma maioria, destaca-se a tenacidade, a perseverança e a experiência de trabalho. Pode soar a modéstia em pessoas que tenham feito contribuições científicas de primeira ordem. Mas é a mesma idéia que expressou Edison, quando disse que “o gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração”. A característica que mais desagrada os colegas é, com diferença, o excesso de ego. Mas é um problema contínuo. Como alegou o físico Romain Quidant, do Institut de Ciències Fotòniques (ICFO), “a ciência é muito competitiva e existem muitos cientistas com muito ego”. As ideias não têm horário. Podem surgir em cada momento, de acordo com a maioria dos entrevistados.

Mas todas as idéias interessantes, não costumam aparecer no local de serviço. Inspiração duvidosamente aparece no decorrer do 99% de transpiração, no momento em que ele está muito concentrado em um dificuldade, entretanto sim no momento em que deixa que o cérebro se distrair. Estar em movimento assistência.

Para diversos dos entrevistados, conversar com outros cientistas se auxilia a eclosão e a maturação de idéias. É o caso de Óscar Fernández-Capetillo, do Centro Nacional de Investigações Oncológicas (CNIO), a quem lhe vai muito bem “explicar em voz alta o que eu estou trabalhando”.

A cada um dos entrevistados se perguntou por sua música preferida. Muitos deles ratificaram, não só uma vasto paixão na música, porém uma ligação estreita entre a atividade científica e a música. E não são os únicos. Entre os cientistas, a música, mais que um passatempo, muitas vezes, é uma paixão. Sobre os músicos favoritos, Bach é, de retirado, o mais citado: a partir das Variações Goldberg, com tua elegância matemática, até os famosos Concertos de Brandenburgo.

há Também uma legião de amantes do jazz entre os pesquisadores entrevistados e não poucos adeptos ao rock e ao pop. Como uma neurocientista Mara Dierssen, do Centre de Regulació Genòmica (CRG), que canta em um grupo de pop-rock. Outro conteúdo recorrente nas entrevistas foi o reconhecimento aos professores que foram decisivos pela geração de suas vocações e no início de tuas carreiras.

É contínuo o agradecimento aos cientistas consagrados, que guiaram os entrevistados em seus primeiros passos no mundo da investigação. Como Maria Blasco, hoje diretora do CNIO, que destacou a Carol Greider, hoje prêmio Nobel, como a professora que mais lhe marcou.